
Inúmeras Instituições e Poderes públicos, por conta de uma exigência mundial de conhecimento, criaram gabinetes e sessões destinadas à transparência.
São os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e OAB, apenas para citarmos alguns exemplos, que possuem links em seus sítios e gabinetes próprios em suas sedes administrativas que se referem à transparência.
Lá podemos saber como o dinheiro público vem sendo utilizado, o que cada membro recebe e como gasta suas verbas. Coisa de primeiro mundo.
E o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense não poderia ficar para trás desta verdadeira onda mundial.
Hoje, no mesmo clube em que um grande ex-presidente pode afirmar com maestria que os assuntos do Tricolor são tratados como economia interna, temos um verdadeiro Portal Transparência.
Sim, pois tudo que acontece no Grêmio é distribuído em blogs, jornais, revistas e, evidentemente, na boca pequena.
Sabemos antecipadamente com quem temos pré-contrato, pré-inscrição, qual a preferência deste e daquele dirigente por técnicos, quais os problemas estruturais internos, quais conselheiros se dão bem e quais não, enfim, uma infinidade de informações privilegiadas que outrora eram absolutamente desconhecidas.
E isso vem de uns anos para cá.
O resultado é maravilhoso. Praticamente nove anos sem um título de renome (último deles na foto acima - Copa do Brasil de 2001), podres expostos a todos e contratações frustradas por intromissão de outros clubes ou dos próprios jogadores a desmentindo. E o torcedor: HUMILHADO!
Não fosse só isso, hoje leio no sítio clicrbs.com.br que Renato Portaluppi não será contratado por resistência de alguns jogadores. E, pasmem, citam quais jogadores não aceitam a contratação dele: “Segundo o repórter Luís Henrique Benfica, da Rádio Gaúcha, o nome de Renato Gaúcho está descartado. Jogadores como Victor, Souza, Léo e Tcheco não aceitariam o estilo do técnico.”.
É mais um grande exemplo de transparência e democracia no Olímpico. Já sabíamos o que cada dirigente atual e os anteriores tinha de preferência para o cargo de treinador. Agora, já sabemos também dos jogadores. Inclusive, com eles decidindo o futuro administrativo Tricolor.
Porém, o que mais me preocupa não é isso, sinceramente, mas a falta de comando, dentro e fora do campo.
Certa vez assisti um programa da TV inglesa em que um hotel, com restaurante e spa, estava completamente falido. No intuito de salvar o empreendimento, o apresentador, como primeira medida, desconfiando que o problema não era simplesmente financeiro, reuniu o proprietário, os demais sócios, gerentes e funcionários no pátio. Depois, pediu para cada um dos empregados que indicassem quem seria o chefão, o dono, o comandante, aquele a quem deveriam se reportar como principal bastião. Resultado: inúmeras respostas diferentes e pouquíssimas para quem deveria ser o apontado. Evidentemente, este problema administrativo era a causa de tantos insucessos naquele hotel.
Agora, no nosso caso, com tanta transparência e tantos discursos, de jogadores, treinadores e dirigentes, sem unidade alguma na minha opinião, questiono aos amigos:
São os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e OAB, apenas para citarmos alguns exemplos, que possuem links em seus sítios e gabinetes próprios em suas sedes administrativas que se referem à transparência.
Lá podemos saber como o dinheiro público vem sendo utilizado, o que cada membro recebe e como gasta suas verbas. Coisa de primeiro mundo.
E o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense não poderia ficar para trás desta verdadeira onda mundial.
Hoje, no mesmo clube em que um grande ex-presidente pode afirmar com maestria que os assuntos do Tricolor são tratados como economia interna, temos um verdadeiro Portal Transparência.
Sim, pois tudo que acontece no Grêmio é distribuído em blogs, jornais, revistas e, evidentemente, na boca pequena.
Sabemos antecipadamente com quem temos pré-contrato, pré-inscrição, qual a preferência deste e daquele dirigente por técnicos, quais os problemas estruturais internos, quais conselheiros se dão bem e quais não, enfim, uma infinidade de informações privilegiadas que outrora eram absolutamente desconhecidas.
E isso vem de uns anos para cá.
O resultado é maravilhoso. Praticamente nove anos sem um título de renome (último deles na foto acima - Copa do Brasil de 2001), podres expostos a todos e contratações frustradas por intromissão de outros clubes ou dos próprios jogadores a desmentindo. E o torcedor: HUMILHADO!
Não fosse só isso, hoje leio no sítio clicrbs.com.br que Renato Portaluppi não será contratado por resistência de alguns jogadores. E, pasmem, citam quais jogadores não aceitam a contratação dele: “Segundo o repórter Luís Henrique Benfica, da Rádio Gaúcha, o nome de Renato Gaúcho está descartado. Jogadores como Victor, Souza, Léo e Tcheco não aceitariam o estilo do técnico.”.
É mais um grande exemplo de transparência e democracia no Olímpico. Já sabíamos o que cada dirigente atual e os anteriores tinha de preferência para o cargo de treinador. Agora, já sabemos também dos jogadores. Inclusive, com eles decidindo o futuro administrativo Tricolor.
Porém, o que mais me preocupa não é isso, sinceramente, mas a falta de comando, dentro e fora do campo.
Certa vez assisti um programa da TV inglesa em que um hotel, com restaurante e spa, estava completamente falido. No intuito de salvar o empreendimento, o apresentador, como primeira medida, desconfiando que o problema não era simplesmente financeiro, reuniu o proprietário, os demais sócios, gerentes e funcionários no pátio. Depois, pediu para cada um dos empregados que indicassem quem seria o chefão, o dono, o comandante, aquele a quem deveriam se reportar como principal bastião. Resultado: inúmeras respostas diferentes e pouquíssimas para quem deveria ser o apontado. Evidentemente, este problema administrativo era a causa de tantos insucessos naquele hotel.
Agora, no nosso caso, com tanta transparência e tantos discursos, de jogadores, treinadores e dirigentes, sem unidade alguma na minha opinião, questiono aos amigos:
QUEM MANDA NO GRÊMIO?
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