Devemos, como bons Tricolores, fazer uma reza, uma oração, uma mandinga, tudo...
Para que o Grêmio efetivamente contrate outros jogadores, mas que, principalmente, troque, pelo amor de Deus, o jogador da camisa SETE.
Nada contra – ou tudo contra, é óbvio – ao atual camisa SETE Tricolor, Jonas.
É que, perdoem-me os supersticiosos, este número é demasiadamente cabalístico para toda uma Nação.
Antes, tivemos Zequinha, um ponteiro fantástico, que acabou com uma fila indesejável, num Grenal magistral, com o Grêmio vestido como sempre deveria, ou seja, celeste na camisa e negro nos calções e meias, metendo um maracazzo no beira-lago, que, se não fosse o juiz, garantiria o turno e o campeonato para o nosso Tricolor em 1975. Tenho certeza que toda a história do cometa Harley, ou seja, aquele time que se veste de menstruado e que só aparece de trinta em trinta anos, seria diferente. Mas...
Aí veio o Flecha Negra Tarciso. Centroavante de origem, que o grande Telê Santana soube transformar em ponteiro insidioso, capaz de meter aquela bola perfeita para o André Catimba fazer retumbar o Estado do Rio Grande do Sul como nunca antes. Maior goleador de brasileiros do Grêmio. Vereador de Porto Alegre. Não é pra qualquer um.
Depois Ele. Ele com letra Maiúscula. Um jogador que incorporou tudo que qualquer ser humano gostaria. Todas as mulheres do mundo aos seus pés e o maior título envergando a mais importante camisa. E contra um time de verdade, ou pelo menos uma equipe que tem nas costas um futebol tricampeão mundial, a Alemanha, e não um time que nunca ganhou mundial e que se vangloria de uma seleção que recentemente conquistou seu primeiro título – campeão europeu –. Ai que medo.
Passaram os anos e chegou Paulo Nunes. Ah o Paulo Nunes... O Diabo Loiro... Confesso que a primeira vez que o vi, detestei. Depois, ele meteu todas aquelas bola pro Jardel. Em seguida, fez um golaço de bicicleta num Grenal, no mesmo ano que foi goleador do campeonato brasileiro – que pela primeira vez tinha uma atleta Tricolor nesta condição. Seguiu como goleador e campeão da Copa do Brasil. Nossa!!! E os culorados... só viam suas madeixas passando...
Seguiu Luiz Mário. Predestinado. Reserva, entrou no jogo decisivo em que o Corinthians nos ganhava de dois a zero em pleno Monumental na final da Copa do Brasil e, resultado, fez dois gols e empatou o jogo. Após, caneco! Por fim, enfiou o culoradinho num Grenal de um a zero. Grande papa-léguas.
Sei lá se tiveram outros. Certamente. Agora me atrapalho. O Valdo vestia a sete... Que craque de bola!!! Quem sabe Darci e seu coice no Mirandinha do Palmeiras. Ou o Jorginho azarento. Mas nenhum deles era ponteiro clássico.
Penso em outros números. O dez do Iura e o oito do Cuca. O onze do Éder e o oito do Paulo Izidoro. O dezesseis do Jardel e o dezessete do Anderson. Não, nenhum era o mágico SETE.
Agora, o Jonas é o SETE.
Chega!!!
Pelo amor de Deus, troquem o número dele!!!
O número é muito mágico para ser entregue por um treinador reconhecidamente azarado a um jogador sabidamente ruim.
Deixem os astros, como o Maxi Lopez, com faro de gol, assumir o encargo supremo que é carregar nas costas este número, que para nós é tão sagrado.
A numerologia está aí. Não podemos brincar com isso. O Grêmio não fez gol contra time desfalcado no Japão, com jogador desacreditado, em seguida dispensado e com número de reserva.
O Tricolor conquistou o Mundo de peito aberto, jogando de frente, contra equipe de país de tradição e marcando gol com ídolo, comedor de gostosas e titular.
Não quero ganhar este ano com este tipo de mácula.
Por favor, Duda Kroeff, siga o meu anseio e dos Deuses do Tricolor!!!
É Maxi com a camisa SETE!!!
Para que o Grêmio efetivamente contrate outros jogadores, mas que, principalmente, troque, pelo amor de Deus, o jogador da camisa SETE.
Nada contra – ou tudo contra, é óbvio – ao atual camisa SETE Tricolor, Jonas.
É que, perdoem-me os supersticiosos, este número é demasiadamente cabalístico para toda uma Nação.
Antes, tivemos Zequinha, um ponteiro fantástico, que acabou com uma fila indesejável, num Grenal magistral, com o Grêmio vestido como sempre deveria, ou seja, celeste na camisa e negro nos calções e meias, metendo um maracazzo no beira-lago, que, se não fosse o juiz, garantiria o turno e o campeonato para o nosso Tricolor em 1975. Tenho certeza que toda a história do cometa Harley, ou seja, aquele time que se veste de menstruado e que só aparece de trinta em trinta anos, seria diferente. Mas...
Aí veio o Flecha Negra Tarciso. Centroavante de origem, que o grande Telê Santana soube transformar em ponteiro insidioso, capaz de meter aquela bola perfeita para o André Catimba fazer retumbar o Estado do Rio Grande do Sul como nunca antes. Maior goleador de brasileiros do Grêmio. Vereador de Porto Alegre. Não é pra qualquer um.
Depois Ele. Ele com letra Maiúscula. Um jogador que incorporou tudo que qualquer ser humano gostaria. Todas as mulheres do mundo aos seus pés e o maior título envergando a mais importante camisa. E contra um time de verdade, ou pelo menos uma equipe que tem nas costas um futebol tricampeão mundial, a Alemanha, e não um time que nunca ganhou mundial e que se vangloria de uma seleção que recentemente conquistou seu primeiro título – campeão europeu –. Ai que medo.
Passaram os anos e chegou Paulo Nunes. Ah o Paulo Nunes... O Diabo Loiro... Confesso que a primeira vez que o vi, detestei. Depois, ele meteu todas aquelas bola pro Jardel. Em seguida, fez um golaço de bicicleta num Grenal, no mesmo ano que foi goleador do campeonato brasileiro – que pela primeira vez tinha uma atleta Tricolor nesta condição. Seguiu como goleador e campeão da Copa do Brasil. Nossa!!! E os culorados... só viam suas madeixas passando...
Seguiu Luiz Mário. Predestinado. Reserva, entrou no jogo decisivo em que o Corinthians nos ganhava de dois a zero em pleno Monumental na final da Copa do Brasil e, resultado, fez dois gols e empatou o jogo. Após, caneco! Por fim, enfiou o culoradinho num Grenal de um a zero. Grande papa-léguas.
Sei lá se tiveram outros. Certamente. Agora me atrapalho. O Valdo vestia a sete... Que craque de bola!!! Quem sabe Darci e seu coice no Mirandinha do Palmeiras. Ou o Jorginho azarento. Mas nenhum deles era ponteiro clássico.
Penso em outros números. O dez do Iura e o oito do Cuca. O onze do Éder e o oito do Paulo Izidoro. O dezesseis do Jardel e o dezessete do Anderson. Não, nenhum era o mágico SETE.
Agora, o Jonas é o SETE.
Chega!!!
Pelo amor de Deus, troquem o número dele!!!
O número é muito mágico para ser entregue por um treinador reconhecidamente azarado a um jogador sabidamente ruim.
Deixem os astros, como o Maxi Lopez, com faro de gol, assumir o encargo supremo que é carregar nas costas este número, que para nós é tão sagrado.
A numerologia está aí. Não podemos brincar com isso. O Grêmio não fez gol contra time desfalcado no Japão, com jogador desacreditado, em seguida dispensado e com número de reserva.
O Tricolor conquistou o Mundo de peito aberto, jogando de frente, contra equipe de país de tradição e marcando gol com ídolo, comedor de gostosas e titular.
Não quero ganhar este ano com este tipo de mácula.
Por favor, Duda Kroeff, siga o meu anseio e dos Deuses do Tricolor!!!
É Maxi com a camisa SETE!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário