
Apesar de escrever na segunda-feira, vou me permitir não escrever hoje sobre o jogo do final de semana, até porque me parece que tudo já foi dito, inclusive que os erros do juiz não escondem o nosso desempenho medíocre e não são suficientes para explicar uma derrota para o sofrido Galo, que para piorar é comandado por um “escalador” muito conhecido nosso.
Vou falar hoje sobre o nosso novo treinador (é tão bom ter um treinador de verdade), Paulo Autuori, que se por um lado não é lá muito o estilo do Grêmio, por outro é indiscutivelmente um baita técnico. E vencedor. Penso, inclusive, que a sua maior conquista não é a Libertadores de 1997 pelo Cruzeiro, nem a Libertadores de 2005 ou o Mundial daquele mesmo ano, ambos pelo São Paulo e sim o Brasileiro de 1995 pelo Botafogo. Sim meus amigos, vamos combinar que ser campeão brasileiro não é fácil, agora, ser campeão brasileiro pelo Botafogo é praticamente impossível.
E por já ter conseguido aquilo que parecia impossível acredito que Paulo Autuori vai emplacar no Grêmio. É bem verdade que acho que perdemos tempo demais, a pré-temporada inteira (pelo segundo ano consecutivo), que o time é fraco e tem incontáveis limitações, mas ainda assim tenho convicção que a médio e longo prazo, no campeonato brasileiro especificamente, ele fará um bom trabalho e que esse trabalho produzirá bons frutos.
O grande ‘x’ da questão é a Libertadores. Sabemos que na real teremos que fazer mágica, pois na bola, com esses jogadores que temos e com um treinador, ainda que de grande qualidade, recém chegado, vai ser difícil. Mas aí eu lembro, buscando me agarrar naquilo que dá pra se agarrar, que nas duas vezes em que ele foi campeão da Libertadores, pegou os times em meio a competição. Confio que esse filme pode se repetir.
Paulo Autuori quer ser tricampeão da Libertadores. Nós também. Ele porque quer voltar a ser lembrado por aqui para, quem sabe, ser a primeira opção quando o Dunga cair. Nós porque não podemos contrariar o nosso destino.
Vou falar hoje sobre o nosso novo treinador (é tão bom ter um treinador de verdade), Paulo Autuori, que se por um lado não é lá muito o estilo do Grêmio, por outro é indiscutivelmente um baita técnico. E vencedor. Penso, inclusive, que a sua maior conquista não é a Libertadores de 1997 pelo Cruzeiro, nem a Libertadores de 2005 ou o Mundial daquele mesmo ano, ambos pelo São Paulo e sim o Brasileiro de 1995 pelo Botafogo. Sim meus amigos, vamos combinar que ser campeão brasileiro não é fácil, agora, ser campeão brasileiro pelo Botafogo é praticamente impossível.
E por já ter conseguido aquilo que parecia impossível acredito que Paulo Autuori vai emplacar no Grêmio. É bem verdade que acho que perdemos tempo demais, a pré-temporada inteira (pelo segundo ano consecutivo), que o time é fraco e tem incontáveis limitações, mas ainda assim tenho convicção que a médio e longo prazo, no campeonato brasileiro especificamente, ele fará um bom trabalho e que esse trabalho produzirá bons frutos.
O grande ‘x’ da questão é a Libertadores. Sabemos que na real teremos que fazer mágica, pois na bola, com esses jogadores que temos e com um treinador, ainda que de grande qualidade, recém chegado, vai ser difícil. Mas aí eu lembro, buscando me agarrar naquilo que dá pra se agarrar, que nas duas vezes em que ele foi campeão da Libertadores, pegou os times em meio a competição. Confio que esse filme pode se repetir.
Paulo Autuori quer ser tricampeão da Libertadores. Nós também. Ele porque quer voltar a ser lembrado por aqui para, quem sabe, ser a primeira opção quando o Dunga cair. Nós porque não podemos contrariar o nosso destino.
José Antonio Escosteguy Arregui
Concordo muito com o post! Ser campeão brasileiro pelo Botafogo foi algo realmente incrível deste nosso novo treinador!!!
ResponderExcluirVamo Grêmio! Tri da América cada vez mais perto!