
E recomeçamos mais um campeonato brasileiro, ontem, no Monumental, contra o alvinegro praiano. Foi um recomeço difícil, no campo e na vida. Na verdade, nunca nada foi fácil para o Grêmio, mas para nós ontem foi especialmente sofrido, tivemos dificuldades no campo e fora dele.
Mostramos ontem a nossa fragilidade e tivemos imensas dificuldades em enfrentar um adversário um pouco mais qualificado do que aqueles que estamos enfrentando até agora na Libertadores. Falta qualidade na quarta zaga, nas laterais, especialmente do lado esquerdo, onde o Santos atacou o tempo todo e no meio campo, onde Souza lutou no primeiro tempo e naufragou na etapa complementar, entregue a falta de parceria.
Ainda assim, poderíamos ter vencido, como estávamos vencendo, não fosse a grande burrada – não há outra palavra – do nosso técnico interino, que mostrou porque é interino. A retirada dos dois atacantes chamou o adversário para o nosso campo, deixamos de prender a bola na frente e acabamos cedendo o empate, diga-se de passagem, justíssimo.
Fica o recado para quarta-feira, quando teremos um jogo decisivo. Decisivo sim senhor, porque não vamos servir de lição do quanto o futebol é dinâmico e surpreendente. O futebol nos prega peças o tempo todo. Recentemente, na Libertadores mesmo, vimos o rubronegro carioca perder por 3x0 no Maracanã depois de ter vencido o América do México fora de casa por 4x2 e ficar acompanhando a edição de 2008 da referida competição da mesma forma que os colorados estão acompanhando a edição atual: pela televisão.
Mostramos ontem a nossa fragilidade e tivemos imensas dificuldades em enfrentar um adversário um pouco mais qualificado do que aqueles que estamos enfrentando até agora na Libertadores. Falta qualidade na quarta zaga, nas laterais, especialmente do lado esquerdo, onde o Santos atacou o tempo todo e no meio campo, onde Souza lutou no primeiro tempo e naufragou na etapa complementar, entregue a falta de parceria.
Ainda assim, poderíamos ter vencido, como estávamos vencendo, não fosse a grande burrada – não há outra palavra – do nosso técnico interino, que mostrou porque é interino. A retirada dos dois atacantes chamou o adversário para o nosso campo, deixamos de prender a bola na frente e acabamos cedendo o empate, diga-se de passagem, justíssimo.
Fica o recado para quarta-feira, quando teremos um jogo decisivo. Decisivo sim senhor, porque não vamos servir de lição do quanto o futebol é dinâmico e surpreendente. O futebol nos prega peças o tempo todo. Recentemente, na Libertadores mesmo, vimos o rubronegro carioca perder por 3x0 no Maracanã depois de ter vencido o América do México fora de casa por 4x2 e ficar acompanhando a edição de 2008 da referida competição da mesma forma que os colorados estão acompanhando a edição atual: pela televisão.
José Antonio Escosteguy Arregui
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