
Obrigado Topper! Finalmente, uma camisa digna do Grêmio. O segredo? A simplicidade. Vamos deixar o Imortal de fora das tendências da moda. E ao que parece, temos um modelo de camisa exclusivo. Nada mais justo, por oportuno. O manto tricolor ficou lindo, a celeste sensacional e a branca razoável. Camisa não nos falta. Na verdade nunca faltou e em algumas jornadas foi tudo que tivemos. Sobre a camisa não tenho mais o que acrescentar, até mesmo porque o blog já analisou o assunto com felicidade ímpar.
Sobre o "Old no. 7", outro dia estava num desses bares da vida com um amigo bebum, grande gremista, e discutíamos sobre a mística da camisa número 7 do Imortal. Comentei, então, sobre o Jack Daniel's e a minha simpatia pela bebida, explicando as lendas acerca da origem e da justificativa do "Old no. 7". Ele ficou encantado e disse que aquela era a bebida do gremista. Bem, isso é conversa de bar. A verdade é que seja o velho Jack ou a 7 Campos de Piracicaba, passando pelo outro velho, o Barreiro, cerveja, vinho, cachaça, vodca, grapa, rum, gim ou mesmo de cara, tudo vale para acompanhar o tricolor e suportar as tensões e as alegrias que ele nos proporciona.
Sobre a ansiedade - e agora me refiro ao jogo de logo mais - acho que por jogarmos em casa contra um adversário boliviano (lembrar 1983) a escalação do Renato, o nosso old number 7, está justificada. Contra outros adversários e fora de casa, entretanto, entendo que temos que reforçar a marcação no meio campo. Agora é aguardar o apito inicial, quem sabe na compania do velho Jack...Tchê, ia encerrar o texto agora, mas eis que nesse exato momento, na verdade alguns instantes atrás, surge um gol inesperado do Emelec (lembrar 1995). O que será que se bebe no Equador?
José Antonio Escosteguy Arregui
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