
Em um daqueles jogos em que a única coisa que importa é a vitória, nós ganhamos. E ganhamos de goleada. Aproveitamos as chances que criamos, fomos efetivos nas conclusões e soubemos aproveitar tanto a fragilidade do adversário quanto o seu atordoamento no início do jogo.
Algumas peças, novamente, não funcionaram bem, mas aos poucos acho que as coisas irão melhorar. Destaque para atuação de Máxi Lopez, incansável, dedicado, autor de dois gols e mentor de mais um. Indiscutivelmente o melhor em campo. Destaque, também, para a entrada do zagueiro Mário Fernandes. Jogou poucos minutos, é verdade, mas o suficiente para mostrar que tem porte, alguma habilidade e, principalmente, personalidade. Faço questão de fazer esse registro porque muitas vezes alguns jogadores são lançados, entram para jogar 20 minutos, por vezes 40 e até mesmo jogos inteiros e não vemos nada que chame a atenção. Ontem não, os minutos em que o nosso zagueiro esteve em campo foram suficientes para se constatar que o garoto tem futuro.
E isso pode ser decisivo em agosto, quando há boas chances de nos desfazermos de Réver ou mesmo Léo. Já temos que pensar na substituição de pelo menos um deles desde agora e aí entra o Mário Fernandes.
Estou entre aqueles que acham não ser momento de se fazer terra arrasada. Não é hora para isso. Fomos eliminados pelo Cruzeiro, assim como o São Paulo, mas o nosso time não é tão fraco assim, especialmente se compararmos com os demais. Como já disse um antigo dirigente, é tudo meio japonês. Um pouco de organização e um time armado, o que ainda não temos, é bem verdade, e já se está na ponta de cima da tabela.
Então, meus amigos, o negócio é se preparar, dar tempo pro Autuori trabalhar, fazer essa reformulação que estamos fazendo no meio do campeonato mesmo e, bola pra frente. Temos goleiro, zaga e centroavante incontestáveis. Nos falta um meia efetivo com personalidade, um volante que saiba sair jogando e laterais.
Algumas peças, novamente, não funcionaram bem, mas aos poucos acho que as coisas irão melhorar. Destaque para atuação de Máxi Lopez, incansável, dedicado, autor de dois gols e mentor de mais um. Indiscutivelmente o melhor em campo. Destaque, também, para a entrada do zagueiro Mário Fernandes. Jogou poucos minutos, é verdade, mas o suficiente para mostrar que tem porte, alguma habilidade e, principalmente, personalidade. Faço questão de fazer esse registro porque muitas vezes alguns jogadores são lançados, entram para jogar 20 minutos, por vezes 40 e até mesmo jogos inteiros e não vemos nada que chame a atenção. Ontem não, os minutos em que o nosso zagueiro esteve em campo foram suficientes para se constatar que o garoto tem futuro.
E isso pode ser decisivo em agosto, quando há boas chances de nos desfazermos de Réver ou mesmo Léo. Já temos que pensar na substituição de pelo menos um deles desde agora e aí entra o Mário Fernandes.
Estou entre aqueles que acham não ser momento de se fazer terra arrasada. Não é hora para isso. Fomos eliminados pelo Cruzeiro, assim como o São Paulo, mas o nosso time não é tão fraco assim, especialmente se compararmos com os demais. Como já disse um antigo dirigente, é tudo meio japonês. Um pouco de organização e um time armado, o que ainda não temos, é bem verdade, e já se está na ponta de cima da tabela.
Então, meus amigos, o negócio é se preparar, dar tempo pro Autuori trabalhar, fazer essa reformulação que estamos fazendo no meio do campeonato mesmo e, bola pra frente. Temos goleiro, zaga e centroavante incontestáveis. Nos falta um meia efetivo com personalidade, um volante que saiba sair jogando e laterais.
Força Grêmio
Zuza
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