
Caros amigos,
depois de longo período sem postagens, o blog volta após uma derrota num clássico contra os ribeirinhos. Um jogo em que ao mesmo tempo o adversário não merecia ganhar, mas o Grêmio também não merecia empatar.
Jogamos mal. Sem ambição nenhuma. Prejudicados que fomos pelo elenco fraquíssimo que temos.
Não sou um daqueles que faz crítica ao treinador por esse jogo. Nessa partida, Autuori tentou armar o Grêmio, diante da absoluta carência de opções para o ataque, com um 4x5x1 para explorar os espaços que os avanços dos moranguinhos proporcionariam. Porém, em 2min de partida, a estratégia se foi num frango absurdo do goleiro Victor - melhor goleiro do campeonato e jogador da seleção brasileira. O nosso treinador esperou até o fim do primeiro tempo especulando um lance isolado, de bola parada, talvez cavado pelo habilidoso Douglas Costa - que não jogou mal. Mas não deu certo. Veio o segundo tempo e com a entrada de Herrera no lugar de Douglas Costa - acho que deveria ter saído o Fábio Rockembach - o Grêmio tomou conta do campo do adversário. Perdeu duas chances - Souza e Herrera - e, a partir daí, os ribeirinhos mudaram, reforçaram a marcação e ganharam novamente o meiocampo. Fim de jogo, sem o Grêmio chutar uma bola a gol. Incrível!
Em relação à arbitragem, houve pênalti claríssimo em Rever e penso que a expulsão de Rafael Marques foi exagerada.
Mas o Tricolor não tem nada do que reclamar, pois time que não chuta uma única bola em gol durante todo um jogo não pode computar o resultado à má sorte ou arbitragem.
Sobram Mário Fernandes, Réver, Adilson e Túlio da péssima atuação. Destaques negativos para Fábio Rockembach e Lúcio, com atuações abaixo da crítica.
O horizonte não apresente nada. Se o céu é azul, com nuvens brancas e a noite é negra, muitas vezes estrelada, traduzindo as cores do nosso Tricolor, na verdade é um por-do-sol vermelho que aparece ao fundo. Os detalhes sempre decidem contra o Grêmio. E faz tempo. Quem tem a minha idade jamais imaginava passar por um período de vacas magras tão duradouro e sem esperanças de mudança como agora. Como disse um amigo após o jogo, a gestão Odone pode ser criticada em diversos pontos, mas em todos os anos esteve disputando títulos e/ou vagas na Libertadores. Hoje, torcemos apenas com outras camisas, nenhuma azul, preto e branca.
E, após o término do clássico, ouvimos o atual presidente proferir a seguinte frase: "Essa camisa do Grêmio continua sendo uma paixão na vida da gente e vamos em frente".
Poderia dizer que já ouvi isso antes. Pesadelo puro. Uma das páginas mais negras da história Tricolor.
Espero que os erros cometidos pelos mesmos dirigentes não se repitam agora. Espero que a coisa mude. Espero que exista um planejamento para o futuro. Espero, espero, espero, mas confesso que já estou ficando um pouco cansado...
depois de longo período sem postagens, o blog volta após uma derrota num clássico contra os ribeirinhos. Um jogo em que ao mesmo tempo o adversário não merecia ganhar, mas o Grêmio também não merecia empatar.
Jogamos mal. Sem ambição nenhuma. Prejudicados que fomos pelo elenco fraquíssimo que temos.
Não sou um daqueles que faz crítica ao treinador por esse jogo. Nessa partida, Autuori tentou armar o Grêmio, diante da absoluta carência de opções para o ataque, com um 4x5x1 para explorar os espaços que os avanços dos moranguinhos proporcionariam. Porém, em 2min de partida, a estratégia se foi num frango absurdo do goleiro Victor - melhor goleiro do campeonato e jogador da seleção brasileira. O nosso treinador esperou até o fim do primeiro tempo especulando um lance isolado, de bola parada, talvez cavado pelo habilidoso Douglas Costa - que não jogou mal. Mas não deu certo. Veio o segundo tempo e com a entrada de Herrera no lugar de Douglas Costa - acho que deveria ter saído o Fábio Rockembach - o Grêmio tomou conta do campo do adversário. Perdeu duas chances - Souza e Herrera - e, a partir daí, os ribeirinhos mudaram, reforçaram a marcação e ganharam novamente o meiocampo. Fim de jogo, sem o Grêmio chutar uma bola a gol. Incrível!
Em relação à arbitragem, houve pênalti claríssimo em Rever e penso que a expulsão de Rafael Marques foi exagerada.
Mas o Tricolor não tem nada do que reclamar, pois time que não chuta uma única bola em gol durante todo um jogo não pode computar o resultado à má sorte ou arbitragem.
Sobram Mário Fernandes, Réver, Adilson e Túlio da péssima atuação. Destaques negativos para Fábio Rockembach e Lúcio, com atuações abaixo da crítica.
O horizonte não apresente nada. Se o céu é azul, com nuvens brancas e a noite é negra, muitas vezes estrelada, traduzindo as cores do nosso Tricolor, na verdade é um por-do-sol vermelho que aparece ao fundo. Os detalhes sempre decidem contra o Grêmio. E faz tempo. Quem tem a minha idade jamais imaginava passar por um período de vacas magras tão duradouro e sem esperanças de mudança como agora. Como disse um amigo após o jogo, a gestão Odone pode ser criticada em diversos pontos, mas em todos os anos esteve disputando títulos e/ou vagas na Libertadores. Hoje, torcemos apenas com outras camisas, nenhuma azul, preto e branca.
E, após o término do clássico, ouvimos o atual presidente proferir a seguinte frase: "Essa camisa do Grêmio continua sendo uma paixão na vida da gente e vamos em frente".
Poderia dizer que já ouvi isso antes. Pesadelo puro. Uma das páginas mais negras da história Tricolor.
Espero que os erros cometidos pelos mesmos dirigentes não se repitam agora. Espero que a coisa mude. Espero que exista um planejamento para o futuro. Espero, espero, espero, mas confesso que já estou ficando um pouco cansado...
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