
Não faz muito escrevi aqui que as coisas no Grêmio por vezes parecem com Macondo, lugar mágico onde a vida não anda pra frente e sim num eterno circulo, com os eventos e as oportunidades se sucedendo interminavelmente, como a roda da fortuna dos místicos.
Pois bem, novamente tal fenômeno se coloca na vida do Grêmio, pois após mais uma acachapante vitória no Olímpico pulsante, temos nova oportunidade de nos livrarmos da sina de time caseiro, de mostrarmos que somos um leão em casa, mas não um gatinho fora dela. E que oportunidade! Enfrentaremos ninguém menos do que o líder Palmeiras, no Palestra Itália, vulgo “piscinão”, como os rivais paulistas do Palmeiras chamam aquele estádio. Depois, enfrentaremos o Barueri na Arena Barueri. Particularmente penso aceitável voltar com três pontos na bagagem, bom voltar com quatro e ótimo voltar com seis. Um, dois ou nenhum ponto não é digno do Grêmio, como não tem sido digna a nossa campanha Mampituba acima.
Vencemos ontem com moral e fizemos uma grande partida, com destaque para o nosso treinador, que mostrou atitude e mudou o time na metade do primeiro tempo, assim que ficamos com onze contra dez, o que era impensável na era Roth; para o nosso capitão, que desta vez jogou uma grande partida e também para Máxi Lopez, mais uma vez. Estou entre aqueles que acham que o argentino já se pagou, mais precisamente no momento em que fez o gol da vitória no Grenal centenário e penso que temos a obrigação moral de comprá-lo e não repetir erros anteriores, como o episódio Diego Souza.
Tudo leva a crer que o cara vai continuar jogando e quando tiver parceria vai jogar ainda mais e, seja na Libertadores, seja na Copa do Brasil, vai se valorizar ainda mais com o tempo. Se chegar à Copa do Mundo, então, nem se fala. Some-se a isso a carência histórica que temos por em centroavante que faça gols e ao carisma do argentino e chegaremos à óbvia conclusão que seria uma burrice histórica não comprar o cara.
Como perdemos o início do ano, o planejamento e a pré-temporada, pelo segundo ano consecutivo, começando com um treinador que não chegou até o meio do ano, temos que já pensar, independente de estarmos na Libertadores ou na Copa do Brasil, ou mesmo de sermos campeões brasileiros, na próxima temporada, o que implica em formar desde já a base do time. E a base do time passa, evidentemente, por Victor, Réver, Léo, Souza e Máxi López.
Vamos tratar de comprar logo, então, o centroavante Máxi Lopez e, enquanto isso, vamos começar a pontuar fora do Olímpico.
E não vamos esquecer de fazermos umas faltas aqui e ali. Volante e zagueiro que não fazem falta não servem, pois passam efetivamente a não fazer falta alguma no time.
José Antonio Escosteguy Arregui – 03/08/2009
Pois bem, novamente tal fenômeno se coloca na vida do Grêmio, pois após mais uma acachapante vitória no Olímpico pulsante, temos nova oportunidade de nos livrarmos da sina de time caseiro, de mostrarmos que somos um leão em casa, mas não um gatinho fora dela. E que oportunidade! Enfrentaremos ninguém menos do que o líder Palmeiras, no Palestra Itália, vulgo “piscinão”, como os rivais paulistas do Palmeiras chamam aquele estádio. Depois, enfrentaremos o Barueri na Arena Barueri. Particularmente penso aceitável voltar com três pontos na bagagem, bom voltar com quatro e ótimo voltar com seis. Um, dois ou nenhum ponto não é digno do Grêmio, como não tem sido digna a nossa campanha Mampituba acima.
Vencemos ontem com moral e fizemos uma grande partida, com destaque para o nosso treinador, que mostrou atitude e mudou o time na metade do primeiro tempo, assim que ficamos com onze contra dez, o que era impensável na era Roth; para o nosso capitão, que desta vez jogou uma grande partida e também para Máxi Lopez, mais uma vez. Estou entre aqueles que acham que o argentino já se pagou, mais precisamente no momento em que fez o gol da vitória no Grenal centenário e penso que temos a obrigação moral de comprá-lo e não repetir erros anteriores, como o episódio Diego Souza.
Tudo leva a crer que o cara vai continuar jogando e quando tiver parceria vai jogar ainda mais e, seja na Libertadores, seja na Copa do Brasil, vai se valorizar ainda mais com o tempo. Se chegar à Copa do Mundo, então, nem se fala. Some-se a isso a carência histórica que temos por em centroavante que faça gols e ao carisma do argentino e chegaremos à óbvia conclusão que seria uma burrice histórica não comprar o cara.
Como perdemos o início do ano, o planejamento e a pré-temporada, pelo segundo ano consecutivo, começando com um treinador que não chegou até o meio do ano, temos que já pensar, independente de estarmos na Libertadores ou na Copa do Brasil, ou mesmo de sermos campeões brasileiros, na próxima temporada, o que implica em formar desde já a base do time. E a base do time passa, evidentemente, por Victor, Réver, Léo, Souza e Máxi López.
Vamos tratar de comprar logo, então, o centroavante Máxi Lopez e, enquanto isso, vamos começar a pontuar fora do Olímpico.
E não vamos esquecer de fazermos umas faltas aqui e ali. Volante e zagueiro que não fazem falta não servem, pois passam efetivamente a não fazer falta alguma no time.
José Antonio Escosteguy Arregui – 03/08/2009
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